terça-feira, 30 de julho de 2024
Corpo decapitado e desmembrado é de professora que desapareceu, confirma polícia
sábado, 27 de julho de 2024
Ministério confirma mortes na Bahia por Febre Oropouche; vítimas eram de Valença e Camamu
O Ministério da Saúde (MS) validou as confirmações dos óbitos por Febre Oropouche registrados pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O órgão federal fez a ratificação nesta quinta-feira (25).
Os óbitos ocorreram em pacientes sem comorbidades e não gestantes. A primeira morte, de uma mulher que residia em Valença de 24 anos, ocorreu no dia 27 de março. O segundo, de uma mulher residente em Camamu de 21 anos, foi registrado no dia 10 de maio.
Desde a suspeita do primeiro óbito pela doença, as equipes de Vigilância à Saúde da Sesab mantiveram contato com o MS, informando todos os pontos do processo de investigação epidemiológica. “Mantemos diálogo permanente com o Ministério da Saúde sobre a Febre Oropouche, desde o registro dos primeiros casos da doença na Bahia, e intensificamos os contatos com a suspeita dos óbitos”, afirmou Márcia São Pedro, diretora da Vigilância Epidemiológica Estadual.
As pacientes apresentaram um início abrupto de febre, dor de cabeça, dor retro orbital e mialgia, que rapidamente evoluíram para sintomas graves, incluindo dor abdominal intensa, sangramento e hipotensão. Os experts baianos ainda explicaram que os óbitos foram confirmados pela Câmara Técnica Estadual da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, a partir de uma investigação ampla e criteriosa tanto no aspecto clínico, como laboratorial, para descartar outras doenças de interesse para a saúde pública do estado da Bahia.
“A investigação epidemiológica foi realizada nos municípios de residência. Foi feita entrevista domiciliar e coleta de informações nos prontuários médicos. Também foi realizado contato telefônico da Câmara Técnica Estadual da DIVEP com os médicos que assistiram as pacientes. Além disso, ainda foi realizada análise metagenômica do vírus com identificação do material genético do vírus Orov”, afirmou Márcia São Pedro, diretora da Vigilância Epidemiológica Estadual.
A partir de todos os dados apresentados, incluindo processo investigativo, relatórios, exames, prontuários, os técnicos do Ministério da Saúde fizeram as análises necessárias para a validação das confirmações dos óbitos por Febre Oropouche.
Cenário no estado da Bahia
Até o dia 23 de julho de 2024, o Lacen/BA diagnosticou 835 amostras positivas de Febre Oropouche em residentes do Estado da Bahia, distribuídas em 59 municípios de sete macrorregiões de saúde. Desses casos, 58% estão concentrados na macrorregião Sul, seguida pela macrorregião Leste, com 39% dos casos.
Fonte: Ascom/Sesab.
quinta-feira, 25 de julho de 2024
ELEIÇÕES 2024: Saiba quanto os candidatos a prefeito e a vereador do Baixo Sul poderão gastar nas próximas eleições
terça-feira, 23 de julho de 2024
Camamu regista a segunda morte por febre Oropouche na Bahia
A morte aconteceu em maio deste ano, mas só foi divulgada nesta segunda-feira porque, assim como no primeiro caso, diversos exames precisaram ser feitos para que a causa do óbito fosse confirmada.
A Sesab informou que a paciente foi internada com febre alta, dor de cabeça, náuseas, vômito, diarreia, dores em membros inferiores, dor retroorbital, dores musculares, além de fraqueza, falta de energia e cansaço.
Os sintomas evoluíram com sinais mais graves, como sangramentos nasal, gengival e vaginal, hipotensão, queda brusca de hemoglobina e plaquetas até o óbito.
O primeiro caso
A primeira morte por Febre Oropouche no estado foi registrada, no dia 17 de junho, pela Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). A paciente era uma mulher de 24 anos, moradora de Valença, cidade que fica a 123 km de Salvador. A morte aconteceu em março deste ano e foi divulgada em junho.
“São dois casos de pessoas jovens, saudáveis, sem comorbidades. Isso foi o que nos chamou ainda mais atenção”, afirmou o infectologista Antônio Bandeira, que faz parte da vigilância estadual.
Ainda segundo o médico, até o momento não havia nenhum relato de morte por Oropouche na literatura. Os primeiros casos da doença na Bahia foram registrados neste ano.
De acordo com a Sesab, o estado enfrenta um surto da doença. Desde março já foram confirmados 835 casos, em 59 cidades. As primeiras ocorrências foram em Valença, onde o primeiro óbito foi registrado, e em uma cidade vizinha, Laje.
Até a última atualização da Sesab, a cidade de Ilhéus, no sul do estado, liderava a lista de registros, com 110 casos. Gandu, a 158 km de Ilhéus, aparecia com 82 registros positivos, seguida de Uruçuca, também no sul da Bahia, com 68.
A Febre do Oropouche é uma doença viral transmitida pelo Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Até o momento, não há registros de transmissão direta entre pessoas.
O arbovírus foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, na amostra de sangue de uma bicho-preguiça capturada durante a construção da rodovia Belém – Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram registrados no país.
Os sintomas incluem febre, dor de cabeça e dores musculares, semelhantes aos de outras arboviroses como a dengue e a chikungunya.
Não existe tratamento específico para a Febre do Oropouche. Ele é focado no alívio dos sintomas.
Com o aumento no número de casos, a Secretaria da Saúde do Estado intensificou as ações de investigação epidemiológica nas regiões em que houve registros da doença.
Fonte: G1.
domingo, 21 de julho de 2024
“Testados e Reprovados” a avaliação negativa de Kitty e Toinho só aumenta em Taperoá.
sábado, 20 de julho de 2024
Com Salvador entre as capitais mais violentas do mundo, pré-candidatos debatem ações para segurança pública dos soteropolitanos
Do lado de Bruno, em abril deste ano, foi divulgado a criação de grupo de trabalho para ajustar a confecção do Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (PMSPDS).
A expectativa é de que o Plano Municipal de Segurança Púbica adeque Salvador ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci II), promovido Governo Federal no final de 2023, o que faria com que a capital baiano obtivesse recursos da União para o setor.
Já do lado de Geraldo Júnior, a proposta é criar a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã. “Vou contar com os vereadores desta cidade para aprovação desta secretaria e nós vamos fazer um remanejamento no organograma da prefeitura”, disse Geraldo em sabatina ao site Poder 360, onde afirmou ainda que a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã estará em seu programa de governo.
Geraldo ainda salienta em entrevistas que irá valorizar a Guarda Municipal. Segundo eles, o órgão, na atual gestão, não é priorizado. Apesar de ter levantado o tema como prioridade, o vice-governador ainda não mostrou uma proposta concreta de atuação no setor. O que se vê, pelo menos nas redes sociais, é de que a prioridade do emedebista é o transporte público.
A falta de abordagem no assunto por Geraldo pode ter ligação com as críticas que o governador Jerônimo Rodrigues tem recebido sobre o tema, já que a Constituição Federal, lei maior que deve reger toda a atuação estatal, descreve em seu artigo 144: “A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.
Salvador tem um dos quadros mais críticos em segurança pública entre as capitais. E a pior em taxa de homicídio de jovens (322,5 a cada 100 mil habitantes) e tem altos números de assassinatos (foram 1.568 em 2022, segundo o Atlas da Violência). Na capital, não existe uma secretaria específica para a segurança pública. O assunto está, majoritariamente, vinculado à Semop (Secretaria de Ordem Pública).
No entanto, especialistas em Segurança Pública têm cobrado dos pré-candidatos apresentação de propostas para que Salvador se adeque e tenha uma integração mais sistêmica entre os órgãos municipais de segurança com as demais agências estaduais e federais de segurança pública e justiça criminal.
Política LivreCAMAMU: No ranking das 10 piores cidades da Bahia
Outras cidades baianas que estão nesse pódio negativo, do Índice de Progresso Social (IPS), são Sátiro Dias na segunda posição e Pilão Arcado na terceira.
Diferente de outros índices que utilizam indicadores econômicos para definir seus resultados, o IPS mede o desempenho das sociedades com base em marcadores sociais e ambientais. São exemplos de indicadores nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, acesso a moradia e liberdades individuais.
Confira o top-10 negativo:
Fonte: Bahia Econômica
Pré-candidato à Prefeitura de Taperoá, Ticiano Matos recebe apoio do PT
.








