sábado, 31 de janeiro de 2026

Municípios do Baixo Sul lideram registros de Leishmaniose Tegumentar no Brasil

 

Wenceslau Guimarães, Teolândia, Presidente Tancredo Neves, Taperoá e Igrapiúna, estão entre os municípios brasileiros com maior registro de casos de Leishmaniose Tegumentar (LT), em 2024. Os dados mais recentes sobre a doença, no boletim epidemiológico, indicam um crescimento preocupante da infecção na região, acendendo um alerta para as autoridades de saúde.

A Leishmaniose Tegumentar é caracterizada pelo surgimento de lesões na pele e nas mucosas, que geralmente não causam dor, mas podem evoluir para quadros mais graves. Entre os sintomas estão feridas persistentes, sangramentos nasais e dificuldade para engolir. Em situações mais severas, a doença pode atingir áreas como nariz, boca e garganta, comprometendo a qualidade de vida do paciente. O diagnóstico é confirmado por exames laboratoriais, fundamentais para diferenciar a LT de outras enfermidades com manifestações semelhantes, como sífilis e hanseníase.

A transmissão ocorre por meio da picada de fêmeas infectadas do mosquito-palha, também conhecido como tatuquira ou birigui. Embora a infecção em animais domésticos seja frequente, não há comprovação científica de que eles atuem como reservatórios do parasita. O período de incubação nos seres humanos varia de duas semanas a dois anos, com aparecimento dos sintomas, em média, após três meses.

O elevado número de casos no Baixo Sul reforça a necessidade de ações regionais mais eficazes de prevenção, vigilância e controle da doença. Diante de qualquer suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica e realização dos exames necessários, garantindo o início precoce do tratamento e reduzindo o risco de complicações. Fonte: informe73

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