Eles afirmar que o município classificou algumas unidades escolares como escolas de tempo integral e creches para aumentar os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A denúncia foi protocolada na Procuradoria da República em Irecê.
Os vereadores Jânio Alves de Andrade (Avante), Renata Araújo Silva dos Santos (PT), e Wiscely Ferreira Santos, conhecido como Keu de Rael (Avante), assinam a representação. A denúncia é dirigida contra o prefeito de Nova Redenção, Ademar Marttins (PSD).
De acordo com o documento, a gestão municipal informou aos sistemas federais que todas as unidades escolares do município, incluindo creches e escolas das zonas urbana e rural, funcionariam em regime de tempo integral, apesar, segundo os vereadores, da inexistência de condições físicas, estruturais e pedagógicas para esse modelo.
Conforme os denunciantes, o cadastramento irregular teria provocado um aumento aproximado de 117% nas receitas do Fundeb, elevando os repasses anuais de cerca de R$ 8 milhões para aproximadamente R$ 19 milhões. Para eles, o crescimento não reflete melhorias reais na educação, mas sim uma distorção dos dados oficiais.
Procurada, a Prefeitura de Nova Redenção não respondeu até a conclusão desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.

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