A relatoria ressaltou que o pagamento de multa e juros só ocorreu devido a omissão do gestor, que não cumpriu adequadamente sua obrigação legal de repassar/recolher as contribuições previdenciárias no prazo e montante exigidos na legislação.
O ESCÂNDALO DA TERCEIRIZAÇÃO DA SAÚDE DE GANDU
O escândalo revelou que ao invés de administrarem a pasta da saúde em Gandu, em especial o Hospital João Batista de Assis, a secretaria de administração orientou a Prefeitura a terceirizar a responsabilidade, repassando a responsabilidade a empresas supostamente ligadas ao grupo.
Primeiro foi a terceirização milionária para a Fundação Gonçalves e Sampaio. Apesar de milhões de reais repassados à fundação, sempre faltavam insumos, maquinários e médicos. Depois, a nova terceirização para a Irmandade de Promoção à Assistência Social e Saúde – IPAS, por mais de R$10 milhões de reais.
Informações: O INFORMANTE

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