Em entrevista ao podcast Podinquest, o parlamentar afirmou que “não deu para apertar 13”, em referência ao número do Partido dos Trabalhadores (PT), legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não deu pra apertar o 13 não porque eu tava com problema no dedo e só caía dois dois. Não sei o que foi, não sei se foi um torcicolo ou alguma coisa. Eu sou uma pessoa, na minha vida pública, de centro, mais de centro para direita do que de centro pra esquerda, eu nunca neguei isso”, declarou.
No entanto, durante entrevista ao programa Giro Baiana, da Rádio Baiana FM (89,3), nesta segunda-feira (27), Coronel apresentou uma versão diferente ao ser questionado sobre o mesmo tema.
“Dizer que eu não torcia pela eleição de Bolsonaro eu estaria aqui mentindo. Eu tenho uma amizade muito forte com o filho dele, o Flávio. Na época, eu votei no Lula, mas me aliei muito ao governo Bolsonaro, ele ajudou muito a Bahia, eu levei muitas emendas para municípios da Bahia, os municípios da Bahia sabem disso, e nessa atual eleição agora eu defini, eu vou votar no Flávio Bolsonaro”, afirmou.
As declarações expõem inconsistências no discurso do senador sobre seu posicionamento político e seu voto no pleito de 2022. Em ambas as entrevistas, entretanto, ele pontuou que “nunca foi de esquerda e que sempre foi de centro-direita”.
"Não é nenhuma novidade isso. Eu fiquei esse tempo todo do lado do PT por questões partidárias, mas todo mundo sabe qual é o meu perfil político”, frisou.

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