Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a taxa, atualmente fixada em R$ 90, estaria prejudicando o turismo local. Segundo Kim, o aumento do valor ao longo dos últimos anos teria reduzido o número de visitantes, afetado comerciantes e comprometido a renda de moradores que dependem da atividade turística. O deputado ainda declarou que a cobrança começou em R$ 50 e criticou a gestão municipal, afirmando que a medida estaria "destruindo o turismo da região".
Em resposta, a Prefeitura de Cairu divulgou uma nota afirmando que a cobrança segue um modelo adotado em diversos destinos turísticos brasileiros e que os recursos arrecadados são essenciais para custear serviços públicos, preservar o arquipélago e minimizar os impactos do turismo sobre a infraestrutura e o meio ambiente.
A administração municipal também destacou que a TUPA é semelhante às taxas cobradas em localidades como Fernando de Noronha, Angra dos Reis, Ilhabela, Ubatuba e São Sebastião, onde visitantes também contribuem para a manutenção e conservação dos destinos turísticos.
O debate reacende a discussão sobre o equilíbrio entre o desenvolvimento do turismo, a preservação ambiental e os impactos econômicos da cobrança para visitantes e para a população local.

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