quarta-feira, 11 de junho de 2014

VALENÇA: Reunião discute soluções para destinação de resíduos sólidos de Valença

Foi realizada nesta quarta-feira (11)  uma reunião para tratar do aterro sanitário de Valença, com a participação da  Câmara de Vereadores, do Conselho de Defesa do Meio Ambiente (Codema) e de representantes de organizações não governamentais. De acordo com a prefeita Jucélia Nascimento, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder)  exige uma solução do município para a possível ativação do aterro, construído parcialmente em uma área próxima ao aeroporto na BA 001. O equipamento tem sido alvo de contestação, haja vista que ambientalistas entendem que o local é impróprio para a destinação de resíduos. Ainda de acordo com a prefeita, o Comando Aéreo Regional (COMAR) deu um parecer negando a implantação do aterro no referido local. “A Prefeitura não tem as condições de assumir os riscos de um possível acidente com aeronaves provocado por aves que por ventura venham  frequentar o aterro sanitário e, em consequência disto, sobrevoar nas proximidades do aeroporto”, disse Jucélia. Conforme estudos, o aterro sanitário foi projetado para uma vida útil de 15 anos e receber cerca de 40 toneladas de resíduos/dia. Metade desse tempo já se passou desde o início das obras e o lixo produzido atualmente em Valença é de cerca de 80 toneladas/dia, despejadas sem nenhum controle no lixão do Orobó. Diante da situação de inviabilidade de ativar o aterro sanitário, e a iminente efetivação da lei que exige dos municípios a colocação em prática até agosto de 2014 dos planos estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), ficou acordado entre os presentes a criação de uma comissão para buscar as possíveis soluções e apresenta-las à Conder. O objetivo é realizar um estudo de viabilidade de um local para a construção de um novo aterro e a colocação em prática de uma política de coleta seletiva. A Prefeitura, através da Secretaria do Meio Ambiente, a Câmara de Vereadores e o Codema se comprometeram em elaborar um parecer com as principais ações a ser desenvolvidas e apresentadas na próxima reunião. Segundo Carlos Eduardo, representante do Codema, a implantação do aterro sanitário de Valença não foi devidamente discutida com a sociedade civil e possui muitas irregularidades. O Governo do Estado, através da Conder, já investiu cerca de R$ 2 milhões no projeto, mas as obras foram paralisadas e os equipamentos foram danificados. Segundo o vice-prefeito e secretário de Agricultura do município, Joailton de Jesus,  “Valença não pode ser penalizada por erros do passado”, se referindo a escolha do local para a construção do aterro. Participaram da reunião, a prefeita Jucélia Nascimento; o vice-prefeito e secretário de Agricultura, Joailton de Jesus;  o secretário de Infraestrutura, Jailton Azevedo, a secretária de Finanças, Zenaide Porto, a diretora do Meio Ambiente, Cláudia Silva, o representante do Codema, Carlos Eduardo; o representante da Coperbasul.  Roque Campelo. Os vereadores Adailton Francisco, Agostinho Junior, Manoel Valter, Antônio Barreto, Reginaldo Araújo, Bertolino de Jesus, Carlos Antônio, Jairo Baptista e Tácio Lima.
Ascom – Governo de Valença

terça-feira, 10 de junho de 2014

ELEIÇÕES 2014: PRB fecha apoio a Paulo Souto

Informações chegadas ao Bocão News dão conta de que o PRB, partido ligado a Igreja Universal do Reino de Deus, já fechou apoio à candidatura de Paulo Souto ao governo do Estado. Ontem, durante almoço com a imprensa, o prefeito ACM Neto (DEM) cravou sobre o apoio do partido a chapa da oposição. “O que vocês estão dando como dúvida, eu estou dando como certo”. Apesar da fonte do Bocão garantir, o presidente estadual da legenda, deputado federal Marcio Marinho, negou. Disse que a definição sairá até sexta-feira. "Estamos avaliando entre continuar com o governo ou apoiar Paulo Souto. Mas essa definição só sairá quando a semana acabar", assinalou. Na quinta e sexta-feira passadas, o PRB nacional se reuniu em Brasília para definir a postura da legenda em diversos estados. Segundo fontes, lá foi batido martelo e garantido o apoio a Paulo Souto. O PRB pretende aumentar a bancada federal. Atualmente o partido tem dois deputados: Márcio Marinho e Acelino de Freitas, o Popó. Segundo Marinho, existe a possibilidade de a vereadora Tia Eron e de Luiz Carlos da Pesca também serem eleitos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Eleitorado de Valença deu 36% dos votos para os dois principais candidatos a deputado Estadual da terra

Em Valença, 294 candidatos a deputado Estadual obtiveram votação nas eleições de 2010 no município. Em épocas que as atenções se voltam para uma nova eleição, que ocorrerá em outubro próximo, os postulantes à uma vaga na Assembleia Legislativa começam a montar suas bases e a busca por cabos eleitorais são intensificadas a cada dia. Um dado importante tem que ser levado em conta, em 2010, 36,04% dos votos válidos foi conquistado pelos dois candidatos da terra. Com 9.665 votos, o professor Dário Loureiro foi o mais votado, obtendo 24,55% votos válidos. O ex-vereador Zé da Hora ficou em segundo lugar com 4.523 votos, obtendo um percentual de 11,49%. Mesmo com o bom percentual de votos, os dois candidatos não obtiveram êxitos e ficaram como suplentes nas suas coligações. O total de votos válidos para deputado estadual em Valença foi de 39.363. Dos dez candidatos mais votados em Valença, sete se elegeram, sendo que oito, obtiveram mais de mil votos cada.
 VEJA A LISTA DOS 10 MAIS VOTADOS EM 2010 EM VALENÇA
DARIO LOUREIRO GUIMARAES (PSC), 9.665 VOTOS (24,554%) (SUPLENTE)
JOSE SOUSA DA HORA FILHO (PSDB), 4.523 VOTOS (11,490 %) - (SUPLENTE)
ANDRÉ ROGÉRIO DE ARAÚJO ANDRADE (DEM), 1.614 VOTOS (ELEITO)
MÁRIO SILVIO MENDES NEGROMONTE JÚNIOR (PP), 1.454 VOTOS (ELEITO)
ANGELA MARIA CORREA DE SOUSA (PSC), 1.252 VOTOS (ELEITA)
HERALDO EDUARDO ROCHA (DEM), 1.088 VOTOS (SUPLENTE)
ROSEMBERG EVANGELISTA PINTO, (PT), 1.075 VOTOS (ELEITO)
JOSÉ CARLOS DA SILVA, (PT), 1.030 VOTOS (ELEITO)
MARIA DEL CARMEM FIDALGO SANCHEZ PUGA (PT), 720 VOTOS (ELEITA)
ADOLFO EMANUEL MONTEIRO DE MENEZES (PRP), 706 VOTOS (ELEITO)
(fonte: portaldobaixosul)

GANDU: A reforma e ampliação da Unidade de Saúde José Machado já está em fase final de conclusão

O prefeito Ivo Peixoto, a primeira dama Mirian Peixoto, o secretário de saúde Ronaldo Matos Filho, o secretário de administração Danilo Meireles e  a assessora de gabinete Cléa Santana ,  estiveram visitando e fiscalizando o andamento das obras da Unidade de Saúde José Machado,  do Hospital João Batista de Assis e da UPA-Unidade de Pronto Atendimento. O prefeito ficou muito animado com o resultado das obras, em breve vai inaugurar a Unidade de Sáude José Machado e garantiu continuar empenhando todo o esforço para no menor tempo possível, realizar a inauguração do Hospital João Batista de Assis, da UPA e da Base do SAMU, estes últimos um grande desejo da população ganduense de poder usufruir destes serviços.

ESPORTE: Clima de Copa chega às ruas

Demorou, mas enfim o torcedor local vai entrando no clima de Copa do Mundo, mostrando a paixão pelo futebol daqueles que vivem no Brasil falar mais alto. Com a presença de jogadores consagrados e muitos turistas desembarcando no país a rotina das cidades sedes já estão sendo alteradas, o que faz com que o espírito da mais importante competição do futebol mundial se espalhe com mais força. No último final de semana que antecedeu a abertura do torneio, diversos cariocas foram às ruas vestidos de verde e amarelo. Mesmo reconhecendo que erros aconteceram na organização do evento, o sentimento que paira neste momento entre a maioria é de que com a chegada da Copa, é hora de focar no time de Felipão.opinião.”, declarou a dentista Vivian Soares, de 43 anos. As camisas alusivas à seleção brasileira já tomam conta das calçadas e aos poucos bandeiras e faixas começam a serem notadas com mais frequência nas ruas. De acordo com o ambulante Antonio Soares, as vendas desses itens está crescendo e ele espera ter um importante reforço no seu orçamento ao final do torneio. “Agora o pessoal está se animando. Acho que com os turistas aqui nossa gente quer mostrar que acreditamos no título.

domingo, 8 de junho de 2014

Livro narra a trajetória do ex-presidente da Bahiagás

“Desde sua filiação ao PCdoB, aos 18 anos, Davidson Magalhães exerce uma capacidade de liderança serena porém segura, ágil e audaz. Marcada por grandes e pequenos momentos de desafio e superação, erros e acertos, como pode ocorrer com qualquer um de nós, sua performance pessoal e profissional conduz à reflexão e análise. É merecedora do mais amplo conhecimento público”.É dessa forma que o jornalista e escritor Vander Prata apresenta o seu novo livro Voo Livre, uma publicação da Fundação Mauricio Grabois e Editora Anita Garibaldi. Será lançado no próximo dia 4 de junho, a partir das 18h30, na sede da Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, Comércio. O livro aborda parte da trajetória de Davidson Magalhães, vice-presidente do PCdoB e ex-presidente da Bahiagás, baiano de Itabuna, 53 anos, “comunista convicto, político atuante, executivo dinâmico e de competência aprovada”. O prefácio é do ex-deputado federal Haroldo Lima. O autor afirma que relatar o percurso de Davidson Magalhães é como mergulhar “um pouco no passado recente da história política e econômica do Brasil e da Bahia. É falar de toda uma geração que cresceu numa época conturbada de autoritarismo e perda de liberdades e que participou do processo de redemocratização e desenvolvimento mais recente do país”.A história é narrada a partir de acontecimentos e circunstâncias de um tempo vivido pelo protagonista, a partir do final dos anos de 1970. Das primeiras passeatas à integração ainda clandestina ao PCdoB e à liderança estudantil na Faculdade de Economia Frederico. Um recorte no tempo em que a geração de jovens lideranças da Chapa Viração emergia nos diretórios acadêmicos e grêmios estudantis de Salvador. 

São lembranças do histórico congresso de retorno à legalidade da UNE, em maio de 1979, no Centro de Convenções de Salvador. Um dos capítulos relata como o PCdoB tornou-se decisivo na região sul do estado, nos anos de 1980. Foi eleito o primeiro vereador comunista de Itabuna. Liderou durante nove anos a luta para que a Fespi se transformasse em faculdade pública (Uesc); denunciou a máfia do tráfico de adoção de crianças e esteve à frente da construção de sindicatos urbanos e rurais no tempo da ditadura e redemocratização do país. O livro traz depoimentos de personalidades políticas, como o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo; Jaques Wagner, governador da Bahia e Otto Alencar, vice-governador. E dos primeiros companheiros de militância no movimento estudantil e no partido: Carlinhos Andrade, publicitário, diretor-sócio da Leiaute Propaganda, Daniel Almeida, presidente do PCdoB da Bahia, Alice Portugal, deputada federal, Wenceslau Junior, vice-prefeito de Itabuna e Péricles de Souza, membro do Comitê Central do PCdoB, entre outros.
“Desde sua filiação ao PCdoB, aos 18 anos, Davidson Magalhães exerce uma capacidade de liderança serena porém segura, ágil e audaz. Marcada por grandes e pequenos momentos de desafio e superação, erros e acertos, como pode ocorrer com qualquer um de nós, sua performance pessoal e profissional conduz à reflexão e análise. É merecedora do mais amplo conhecimento público”.
É dessa forma que o jornalista e escritor Vander Prata apresenta o seu novo livro Voo Livre, uma publicação da Fundação Mauricio Grabois e Editora Anita Garibaldi. Será lançado no próximo dia 4 de junho, a partir das 18h30, na sede da Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, Comércio. O livro aborda parte da trajetória de Davidson Magalhães, vice-presidente do PCdoB e ex-presidente da Bahiagás, baiano de Itabuna, 53 anos, “comunista convicto, político atuante, executivo dinâmico e de competência aprovada”. O prefácio é do ex-deputado federal Haroldo Lima. 
O autor afirma que relatar o percurso de Davidson Magalhães é como mergulhar “um pouco no passado recente da história política e econômica do Brasil e da Bahia. É falar de toda uma geração que cresceu numa época conturbada de autoritarismo e perda de liberdades e que participou do processo de redemocratização e desenvolvimento mais recente do país”.
A história é narrada a partir de acontecimentos e circunstâncias de um tempo vivido pelo protagonista, a partir do final dos anos de 1970. Das primeiras passeatas à integração ainda clandestina ao PCdoB e à liderança estudantil na Faculdade de Economia Frederico. Um recorte no tempo em que a geração de jovens lideranças da Chapa Viração emergia nos diretórios acadêmicos e grêmios estudantis de Salvador. São lembranças do histórico congresso de retorno à legalidade da UNE, em maio de 1979, no Centro de Convenções de Salvador.
Um dos capítulos relata como o PCdoB tornou-se decisivo na região sul do estado, nos anos de 1980. Foi eleito o primeiro vereador comunista de Itabuna. Liderou durante nove anos a luta para que a Fespi se transformasse em faculdade pública (Uesc); denunciou a máfia do tráfico de adoção de crianças e esteve à frente da construção de sindicatos urbanos e rurais no tempo da ditadura e redemocratização do país.
O livro traz depoimentos de personalidades políticas, como o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo; Jaques Wagner, governador da Bahia e Otto Alencar, vice-governador. E dos primeiros companheiros de militância no movimento estudantil e no partido: Carlinhos Andrade, publicitário, diretor-sócio da Leiaute Propaganda, Daniel Almeida, presidente do PCdoB da Bahia, Alice Portugal, deputada federal, Wenceslau Junior, vice-prefeito de Itabuna e Péricles de Souza, membro do Comitê Central do PCdoB, entre outros.
Artistas e líderes de comunidades também dão seu testemunho sobre a importância de uma empresa privada dedicar apoios e custeios a diferentes vertentes de manifestações sociais e culturais da Bahia. Como por exemplo, a cineasta Cecília Amado, diretora do filme Capitães da Areia; os músicos Zelito Miranda, Aroldo Macedo, Armandinho Macedo, Tonho Matéria, Juliana Ribeiro. Além dos campeões da natação, Allan do Carmo, Verônica Almeida, Marcelo Collet, atletas amadores de ponta no ranking mundial.                                      
Dados sobre o autor - Vander Prata, jornalista, escritor, radialista e publicitário, autor da biografia Clarindo Silva, o Dom Quixote do Pelourinho (2012), livro editado pela Assembleia Legislativa, Coleção Gente da Bahia. 
Atua desde 1975 na imprensa baiana. Diretor de jornalismo da TV Educativa, rádios Itaparica FM, Clube AM. Repórter e editor do Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, revista Viver Bahia, Jornal do Pelô, Jornal da Pituba. Foi correspondente em Salvador da imprensa alternativa dos anos 1970 - jornais Movimento, Canja, EX-. Repórter das sucursais de O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Veja. Sub-Secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, Assessor de Imprensa da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon e Associação Comercial da Bahia.
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“Desde sua filiação ao PCdoB, aos 18 anos, Davidson Magalhães exerce uma capacidade de liderança serena porém segura, ágil e audaz. Marcada por grandes e pequenos momentos de desafio e superação, erros e acertos, como pode ocorrer com qualquer um de nós, sua performance pessoal e profissional conduz à reflexão e análise. É merecedora do mais amplo conhecimento público”.
É dessa forma que o jornalista e escritor Vander Prata apresenta o seu novo livro Voo Livre, uma publicação da Fundação Mauricio Grabois e Editora Anita Garibaldi. Será lançado no próximo dia 4 de junho, a partir das 18h30, na sede da Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, Comércio. O livro aborda parte da trajetória de Davidson Magalhães, vice-presidente do PCdoB e ex-presidente da Bahiagás, baiano de Itabuna, 53 anos, “comunista convicto, político atuante, executivo dinâmico e de competência aprovada”. O prefácio é do ex-deputado federal Haroldo Lima. 
O autor afirma que relatar o percurso de Davidson Magalhães é como mergulhar “um pouco no passado recente da história política e econômica do Brasil e da Bahia. É falar de toda uma geração que cresceu numa época conturbada de autoritarismo e perda de liberdades e que participou do processo de redemocratização e desenvolvimento mais recente do país”.
A história é narrada a partir de acontecimentos e circunstâncias de um tempo vivido pelo protagonista, a partir do final dos anos de 1970. Das primeiras passeatas à integração ainda clandestina ao PCdoB e à liderança estudantil na Faculdade de Economia Frederico. Um recorte no tempo em que a geração de jovens lideranças da Chapa Viração emergia nos diretórios acadêmicos e grêmios estudantis de Salvador. São lembranças do histórico congresso de retorno à legalidade da UNE, em maio de 1979, no Centro de Convenções de Salvador.
Um dos capítulos relata como o PCdoB tornou-se decisivo na região sul do estado, nos anos de 1980. Foi eleito o primeiro vereador comunista de Itabuna. Liderou durante nove anos a luta para que a Fespi se transformasse em faculdade pública (Uesc); denunciou a máfia do tráfico de adoção de crianças e esteve à frente da construção de sindicatos urbanos e rurais no tempo da ditadura e redemocratização do país.
O livro traz depoimentos de personalidades políticas, como o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo; Jaques Wagner, governador da Bahia e Otto Alencar, vice-governador. E dos primeiros companheiros de militância no movimento estudantil e no partido: Carlinhos Andrade, publicitário, diretor-sócio da Leiaute Propaganda, Daniel Almeida, presidente do PCdoB da Bahia, Alice Portugal, deputada federal, Wenceslau Junior, vice-prefeito de Itabuna e Péricles de Souza, membro do Comitê Central do PCdoB, entre outros.
Artistas e líderes de comunidades também dão seu testemunho sobre a importância de uma empresa privada dedicar apoios e custeios a diferentes vertentes de manifestações sociais e culturais da Bahia. Como por exemplo, a cineasta Cecília Amado, diretora do filme Capitães da Areia; os músicos Zelito Miranda, Aroldo Macedo, Armandinho Macedo, Tonho Matéria, Juliana Ribeiro. Além dos campeões da natação, Allan do Carmo, Verônica Almeida, Marcelo Collet, atletas amadores de ponta no ranking mundial.                                      
Dados sobre o autor - Vander Prata, jornalista, escritor, radialista e publicitário, autor da biografia Clarindo Silva, o Dom Quixote do Pelourinho (2012), livro editado pela Assembleia Legislativa, Coleção Gente da Bahia. 
Atua desde 1975 na imprensa baiana. Diretor de jornalismo da TV Educativa, rádios Itaparica FM, Clube AM. Repórter e editor do Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, revista Viver Bahia, Jornal do Pelô, Jornal da Pituba. Foi correspondente em Salvador da imprensa alternativa dos anos 1970 - jornais Movimento, Canja, EX-. Repórter das sucursais de O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Veja. Sub-Secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, Assessor de Imprensa da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon e Associação Comercial da Bahia.
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“Desde sua filiação ao PCdoB, aos 18 anos, Davidson Magalhães exerce uma capacidade de liderança serena porém segura, ágil e audaz. Marcada por grandes e pequenos momentos de desafio e superação, erros e acertos, como pode ocorrer com qualquer um de nós, sua performance pessoal e profissional conduz à reflexão e análise. É merecedora do mais amplo conhecimento público”.
É dessa forma que o jornalista e escritor Vander Prata apresenta o seu novo livro Voo Livre, uma publicação da Fundação Mauricio Grabois e Editora Anita Garibaldi. Será lançado no próximo dia 4 de junho, a partir das 18h30, na sede da Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, Comércio. O livro aborda parte da trajetória de Davidson Magalhães, vice-presidente do PCdoB e ex-presidente da Bahiagás, baiano de Itabuna, 53 anos, “comunista convicto, político atuante, executivo dinâmico e de competência aprovada”. O prefácio é do ex-deputado federal Haroldo Lima. 
O autor afirma que relatar o percurso de Davidson Magalhães é como mergulhar “um pouco no passado recente da história política e econômica do Brasil e da Bahia. É falar de toda uma geração que cresceu numa época conturbada de autoritarismo e perda de liberdades e que participou do processo de redemocratização e desenvolvimento mais recente do país”.
A história é narrada a partir de acontecimentos e circunstâncias de um tempo vivido pelo protagonista, a partir do final dos anos de 1970. Das primeiras passeatas à integração ainda clandestina ao PCdoB e à liderança estudantil na Faculdade de Economia Frederico. Um recorte no tempo em que a geração de jovens lideranças da Chapa Viração emergia nos diretórios acadêmicos e grêmios estudantis de Salvador. São lembranças do histórico congresso de retorno à legalidade da UNE, em maio de 1979, no Centro de Convenções de Salvador.
Um dos capítulos relata como o PCdoB tornou-se decisivo na região sul do estado, nos anos de 1980. Foi eleito o primeiro vereador comunista de Itabuna. Liderou durante nove anos a luta para que a Fespi se transformasse em faculdade pública (Uesc); denunciou a máfia do tráfico de adoção de crianças e esteve à frente da construção de sindicatos urbanos e rurais no tempo da ditadura e redemocratização do país.
O livro traz depoimentos de personalidades políticas, como o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo; Jaques Wagner, governador da Bahia e Otto Alencar, vice-governador. E dos primeiros companheiros de militância no movimento estudantil e no partido: Carlinhos Andrade, publicitário, diretor-sócio da Leiaute Propaganda, Daniel Almeida, presidente do PCdoB da Bahia, Alice Portugal, deputada federal, Wenceslau Junior, vice-prefeito de Itabuna e Péricles de Souza, membro do Comitê Central do PCdoB, entre outros.
Artistas e líderes de comunidades também dão seu testemunho sobre a importância de uma empresa privada dedicar apoios e custeios a diferentes vertentes de manifestações sociais e culturais da Bahia. Como por exemplo, a cineasta Cecília Amado, diretora do filme Capitães da Areia; os músicos Zelito Miranda, Aroldo Macedo, Armandinho Macedo, Tonho Matéria, Juliana Ribeiro. Além dos campeões da natação, Allan do Carmo, Verônica Almeida, Marcelo Collet, atletas amadores de ponta no ranking mundial.                                      
Dados sobre o autor - Vander Prata, jornalista, escritor, radialista e publicitário, autor da biografia Clarindo Silva, o Dom Quixote do Pelourinho (2012), livro editado pela Assembleia Legislativa, Coleção Gente da Bahia. 
Atua desde 1975 na imprensa baiana. Diretor de jornalismo da TV Educativa, rádios Itaparica FM, Clube AM. Repórter e editor do Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, revista Viver Bahia, Jornal do Pelô, Jornal da Pituba. Foi correspondente em Salvador da imprensa alternativa dos anos 1970 - jornais Movimento, Canja, EX-. Repórter das sucursais de O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Veja. Sub-Secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, Assessor de Imprensa da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon e Associação Comercial da Bahia.
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É dessa forma que o jornalista e escritor Vander Prata apresenta o seu novo livro Voo Livre, uma publicação da Fundação Mauricio Grabois e Editora Anita Garibaldi. Será lançado no próximo dia 4 de junho, a partir das 18h30, na sede da Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, Comércio. O livro aborda parte da trajetória de Davidson Magalhães, vice-presidente do PCdoB e ex-presidente da Bahiagás, baiano de Itabuna, 53 anos, “comunista convicto, político atuante, executivo dinâmico e de competência aprovada”. O prefácio é do ex-deputado federal Haroldo Lima. 
O autor afirma que relatar o percurso de Davidson Magalhães é como mergulhar “um pouco no passado recente da história política e econômica do Brasil e da Bahia. É falar de toda uma geração que cresceu numa época conturbada de autoritarismo e perda de liberdades e que participou do processo de redemocratização e desenvolvimento mais recente do país”.
A história é narrada a partir de acontecimentos e circunstâncias de um tempo vivido pelo protagonista, a partir do final dos anos de 1970. Das primeiras passeatas à integração ainda clandestina ao PCdoB e à liderança estudantil na Faculdade de Economia Frederico. Um recorte no tempo em que a geração de jovens lideranças da Chapa Viração emergia nos diretórios acadêmicos e grêmios estudantis de Salvador. São lembranças do histórico congresso de retorno à legalidade da UNE, em maio de 1979, no Centro de Convenções de Salvador.
Um dos capítulos relata como o PCdoB tornou-se decisivo na região sul do estado, nos anos de 1980. Foi eleito o primeiro vereador comunista de Itabuna. Liderou durante nove anos a luta para que a Fespi se transformasse em faculdade pública (Uesc); denunciou a máfia do tráfico de adoção de crianças e esteve à frente da construção de sindicatos urbanos e rurais no tempo da ditadura e redemocratização do país.
O livro traz depoimentos de personalidades políticas, como o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo; Jaques Wagner, governador da Bahia e Otto Alencar, vice-governador. E dos primeiros companheiros de militância no movimento estudantil e no partido: Carlinhos Andrade, publicitário, diretor-sócio da Leiaute Propaganda, Daniel Almeida, presidente do PCdoB da Bahia, Alice Portugal, deputada federal, Wenceslau Junior, vice-prefeito de Itabuna e Péricles de Souza, membro do Comitê Central do PCdoB, entre outros.
Artistas e líderes de comunidades também dão seu testemunho sobre a importância de uma empresa privada dedicar apoios e custeios a diferentes vertentes de manifestações sociais e culturais da Bahia. Como por exemplo, a cineasta Cecília Amado, diretora do filme Capitães da Areia; os músicos Zelito Miranda, Aroldo Macedo, Armandinho Macedo, Tonho Matéria, Juliana Ribeiro. Além dos campeões da natação, Allan do Carmo, Verônica Almeida, Marcelo Collet, atletas amadores de ponta no ranking mundial.                                      
Dados sobre o autor - Vander Prata, jornalista, escritor, radialista e publicitário, autor da biografia Clarindo Silva, o Dom Quixote do Pelourinho (2012), livro editado pela Assembleia Legislativa, Coleção Gente da Bahia. 
Atua desde 1975 na imprensa baiana. Diretor de jornalismo da TV Educativa, rádios Itaparica FM, Clube AM. Repórter e editor do Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, revista Viver Bahia, Jornal do Pelô, Jornal da Pituba. Foi correspondente em Salvador da imprensa alternativa dos anos 1970 - jornais Movimento, Canja, EX-. Repórter das sucursais de O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Veja. Sub-Secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, Assessor de Imprensa da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon e Associação Comercial da Bahia.
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Proibição de jogar lixo e fazer xixi na rua deve vigorar depois da Copa

O prefeito de Salvador, ACM Neto, anunciou, neste sábado (7), que os decretos que regulamentam a proibição de fazer xixi e jogar lixo nas ruas devem entrar em vigor em breve, junto com as penalidades cabíveis. “Está praticamente pronto o projeto, estamos regulamentando. Eu tive essas discussões essa semana com a Limpurb e deve estar saindo nesses próximos dias”, disse. Os valores já foram definidos, mas não foram divulgados. A expectativa é a de que a campanha de conscientização contra as práticas seja lançada até julho, logo após a Copa do Mundo. "Vai sair com uma campanha de comunicação e conscientização para que as pessoas mantenham a cidade limpa. A gente vai fazer todo um trabalho de mobilização social pela limpeza e, ao mesmo tempo, começar a multar”, detalhou o prefeito ao Correio. Campanha contra os “mijões” também foi levantada na gestão do último prefeito de Salvador, João Henrique, através da ação “Xixi na rua, não”, que previa até prisão contra os infratores.

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