O certame, com valor estimado superior a R$ 3,5 milhões, passou a ser questionado por possíveis inconsistências durante sua condução.
De acordo com as informações apresentadas ao órgão de controle, uma empresa participante alegou ter sido desclassificada por não cumprir determinados requisitos técnicos, enquanto outra concorrente, em situação semelhante, teria sido mantida na disputa.
A representação aponta possível tratamento desigual entre os licitantes e solicitou a suspensão imediata do processo, além do encaminhamento do caso ao Ministério Público Estadual.
Ao analisar inicialmente o caso, o TCM não identificou, de forma imediata, elementos suficientes que comprovassem as irregularidades denunciadas.
Antes mesmo de uma decisão sobre o pedido de suspensão, a própria administração municipal optou por revogar o pregão, justificando a medida com base no interesse público.
Apesar disso, a denúncia segue em tramitação, e o Tribunal determinou que o prefeito, a secretária de Educação e o pregoeiro apresentem esclarecimentos, juntamente com toda a documentação do processo, para continuidade da apuração.






