Durante a entrevista, o ex-chefe do Palácio Thomé de Souza reiterou que, no primeiro turno do pleito deste ano, seu apoio será ao ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), para a disputa pelo Palácio do Planalto.
Ao ser indagado se é bolsonarista, o postulante ao Palácio de Ondina pontuou que cada eleitor tem o direito de manifestar suas preferências políticas e criticou o que classificou como uma postura de intolerância atribuída ao PT.
Para defender sua tese, Neto afirmou que não considera necessário que pessoas com posições políticas diferentes estejam necessariamente erradas. Para ele, o eleitor deve ter liberdade para escolher seus representantes.
“Veja só, primeiro que eu respeito quem é bolsonarista, como eu respeito quem é lulista, tá certo? Cada um tem o seu direito de exercer a sua preferência. Eu não tenho que achar que a cabeça do outro tá errada porque ele não pensa igual a mim. Eu não sou assim, eles são assim, o PT é assim, ou é o que eles querem ou não presta.
O prefeito que apoia eles é lindo, maravilhoso. O prefeito que não apoia eles não tem nada. É maltratado, é excluído, é perseguido. Eu não sou assim", continuou.
Para concluir, o ex-chefe do Executivo soteropolitano fez questão de reafirmar que sua posição para a disputa presidencial já está definida. Na ocasião, ele citou a relação política e pessoal com Ronaldo Caiado e destacou a trajetória do ex-chefe do Executivo goiano como razões para o apoio.
“Então, meu irmão, veja só, nesse processo presidencial eu já declarei algumas vezes e quero repetir, neste primeiro turno o meu apoio é para Ronaldo Caiado, dada a minha relação de amizade, a minha história de parceria com o Caiado, tantos e tantos anos de trabalho conjunto que tivemos.
Dado o currículo de Caiado. Um homem que foi governador de Goiás, mudou Goiás, foi senador da República, um dos mais respeitados do Congresso, então essa é a minha posição", finalizou.





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