Equipes do Instituto Mamíferos Aquáticos e do Projeto Baleia Jubarte iniciaram a biometria e a coleta de informações sobre o animal. No entanto, antes da conclusão dos procedimentos, a maré subiu e arrastou a carcaça de volta ao mar.
Os pesquisadores informaram que o filhote ainda apresentava o umbigo em processo de cicatrização, indicando que havia nascido há poucos dias.
A causa da morte ainda é desconhecida. De acordo com os especialistas, filhotes podem morrer em decorrência de infecções na região umbilical ou por outros fatores naturais. A confirmação dependerá de uma nova avaliação técnica, caso a carcaça volte a encalhar.
Em 2026, o Projeto Baleia Jubarte registrou 36 encalhes da espécie no Brasil. Santa Catarina lidera o número de ocorrências, com 10 casos, seguido por São Paulo (8), Rio de Janeiro (6), Bahia (5), Espírito Santo (5), Rio Grande do Sul (1) e Paraná (1).

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